CGH LIBERA MARIA RUBBO CLAUS S.A.

Col. Jacutinga, S/N - Zona Rural - Bituruna - PR - CEP: 84640-000

A CGH LIBERA MARIA RUBBO CLAUS

A CGH Libera Maria é uma micro hidrelétrica que será construída em rio e região já antropizados e ocupados por dois empreendimentos:
. Plantação de Pinus  da espécie exógena, que abastece madeireiras locais
. Lago da Usina Hidrelétrica Foz do Areia a cerca de 2 km da CGH Libera Maria, aonde deságua o Rio Jacutinga.

A área de alagamento é insignificante (0,46 ha), assim como a área de supressão de vegetação nativa que, incluindo o lago, não passa de 0,84 ha (menos de 1 campo de futebol oficial);

A supressão vegetal de 0,86ha será compensada por reflorestamento de 1,81 ha em mata nativa (mais de 2x a área suprimida) que a CGH realizará, sendo metade desta área em uma Área de Preservação Permanente (APP) a ser criada pela CGH e a outra metade em área degradada a ser recuperada pela CGH;

A CGH vai gerar renda, empregos, arrecadação de impostos, energia e desenvolvimento para Bituruna, Pinhão, Guarapuava, União da Vitória e diversos outros Municípios Paranaenses. Estima-se mais de 50 empregos diretos e 400 indiretos;

A CGH vai aumentar significativamente a arrecadação de ISS e a parcela do Município de Bituruna no ICMS estadual. Vale ressaltar que está em tramitação no Congresso, projeto de lei que pode levar uma parcela ainda maior aos Municípios do ICMS estadual sobre energia elétrica;

A CGH vai priorizar fornecedores da região na aquisição de tudo o que precisar em termos de máquinas, equipamentos, insumos, alimentos, combustíveis e mão de obra.

Apesar de seu porte reduzido, a CGH representa um investimento direto de R$10 milhões, a ser contratado majoritariamente de micros, pequenas e médias empresas Paranaenses, sem contar toda a movimentação do setor de comércio e de serviços locais;

A CGH Libera Maria é portanto, uma micro hidrelétrica, com impactos ambientais mínimos, quase todos reversíveis, e que trará inúmeros benefícios nas esferas social, econômica e ambiental para a região ao entorno de Bituruna e para o Estado do Paraná;

Números da CGH

1
MW de potência
15
meses de construção
50
empregos diretos
400
empregos indiretos (em torno de)

Documentos

FATOS IMPORTANTES E CURIOSIDADES SOBRE AS MICROS E PEQUENAS HIDRELÉTRICAS (CGHs e PCHs)

Geram emprego, renda e oportunidades para brasileiros com sua tecnologia e indústria 100% nacionais: o Brasil é amplamente reconhecido como detentor de uma das melhores tecnologias e know-hows do mundo na fabricação de equipamentos hidrelétricos e na construção de usinas. É um dos raríssimos setores em que o Brasil lidera em domínio de tecnologia de ponta. Nossa indústria 100% nacional, gera empregos da mais alta qualidade (inclusive em pesquisa e desenvolvimento tecnológico) e oportunidades para empreender para cidadãos brasileiros, ao invés de exportar empregos, renda e oportunidades para cidadãos e empresas da Ásia, Europa e America do Norte, como acontece com fontes com combustível, componentes, tecnologias e e/ou equipamentos importados, dominadas por grandes empresas estrangeiras

Tem fornecido, desde 1930, a energia mais barata entre todas as fontes (Reais recebidos, divididos por Kwhs realmente entregues);

São a fonte de energia com as menores emissões, entre todas as renováveis: as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) das pequenas hidrelétricas são de apenas 4g de CO2eq/Kwh contra 12g das eólicas (3x mais) e 48g das solares (12x mais). As térmicas `a gás emitem 469g (117x mais), as térmicas à óleo, 840g (220x mais) e à carvão, 1.001g (250x mais). Fonte: IPCC/ONU);

Enquanto o Brasil acreditou na campanha injusta de difamação e demonização das hidrelétricas promovida nos últimos 20 anos, sabe-se lá por quem e com que interesse, a participação das hidrelétricas na matriz caiu de 85% para 64% e as emissões de GEE do Setor Elétrico explodiram 700% (fonte SEEG). Para se ter uma idéia da gravidade deste aumento nas emissões, o IPCC/ONU afirma que as mudanças climáticas estão ocorrendo em razão de um aumento de apenas 40% na concentração de GEE na atmosfera em 200 anos!!!

Não consomem uma gota d’água sequer: ao contrário do que se imagina, as hidrelétricas não consomem uma gota d’água sequer, apenas aproveitam a força da passagem da água por suas turbinas para gerar energia elétrica e a devolvem ao leito natural do rio, mais limpa e oxigenada que como a receberam;

Não poluem, nem emitem qualquer tipo de lixo ou resíduo: as hidrelétricas geram energia sem queimar qualquer tipo de combustível, sem produzir qualquer tipo de resíduo e suas máquinas e equipamentos duram mais de um século, sem precisarem ser descartadas na natureza.

Contribuem para melhorar a limpeza e a qualidade da água dos nossos rios: nossas hidrelétricas retiram todos os dias, nas suas grades de proteção, milhares de toneladas de lixo que são jogados ou levados pelas chuvas aos leitos dos nossos rios. Este lixo todo, é cuidadosamente descartado em aterros sanitários certificados. Além disto, monitoram a qualidade da água, na entrada e na saída da usina, de forma a assegurar sua qualidade.

Por durarem séculos, são as mais renováveis entre todas as renováveis: não existe nada mais renovável que usinas que geram energia por séculos com as menores emissões de GEE do planeta, sem queimar qualquer tipo de combustível, e sem precisar descartar na natureza, suas máquinas e equipamentos ou qualquer outro resíduo. Há dezenas de PCHs em operação no Brasil há mais de 100 anos e centenas em outros países.

Melhoram a qualidade de vida, o IDH, índice Gini e outros Indicadores de Desenvolvimento Humano (IDHs) dos municípios em que se instalam: estudo realizado em municípios aonde se instalaram PCHs pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), apurou que a incidência de IDHs classificados como “médio/muito alto” evoluiu de 52% para 99% após a instalação das PCHs, enquanto os índices classificados como “baixo/muito baixo”, recuaram de 48% para 1%.

Graças a seus pequenos lagos, são a única fonte que consegue gerar mais que a porcentagem de sua capacidade instalada. Em 2020, até 22/05/20, geraram 78,8% de toda energia consumida no Brasil apesar de terem apenas 64% do parque gerador total;

São a única fonte renovável despachável, que consegue gerar quando o consumidor precisa e não apenas quando há vento, sol ou biomassa disponível, por isto são a única renovável que dispensa geração térmica fóssil para cobertura de intermitência;

Tem impacto irrelevante no desmatamento no Brasil: a soma de todos os reservatórios de todas as hidrelétricas construídas no Brasil desde 1880, (incluindo as de grande porte) ocupam menos de 0,3% do território nacional enquanto fornecem mais de 72% de toda energia elétrica consumida no Brasil;

São a única fonte de energia, obrigada por lei a reflorestar seu entorno: a lei ambiental vigente determina que as hidrelétricas reflorestem o seu entorno com Áreas de Proteção Permanente (APPs), geralmente aonde antes havia pasto e áreas degradadas;

Lago nunca foi, nem nunca será problema ambiental: água é vida, água é dignidade humana. Até mesmo nossos corpos, são 70% água. Aonde há água, a flora, fauna, e ictiofauna são mais ricas e exuberantes. Em uma simples consulta ao Google Earth, é fácil verificar que, às margens das hidrelétricas, tem mais vegetação e o verde é mais intenso. Considerando que (i) a soma da água de todos os rios, lagos e alagados do mundo respondem por apenas 0,01% da água do planeta (fonte: NASA/Universidade da Pensylvannia), (ii) água é a matéria-prima de tudo que consumimos e (iii) cada litro d’água que passa pelos nossos rios, segue em direção ao mar, aonde vai se transformar em água salgada, imprópria para o consumo humano, é loucura continuarmos demonizando, de forma irracional e injusta, os lagos e reservatórios que precisamos construir para gerar energia, irrigar nossas lavouras, abastecer nossas casas e nossas empresas. Estocar o máximo possível desta água em reservatórios bem construídos e planejados, com os devidos cuidados ambientais é uma solução inteligente que o ser humano faz desde a mais remota antiguidade. Os assírios, etruscos, egípcios e romanos já construíam lagos e reservatórios. Até mesmo animais, como castores e lontras, constroem represas. Hoje, os nossos rios, lagos e alagados, não estão mais dando conta de suprir as necessidades dos quase 8 bilhões de seres humanos que habitam o planeta A retomada da construção de lagos e reservatórios de água doce é positiva, desejável e inevitável para a sobrevivência e dignidade da raça humana, da fauna, flora e ictiofauna do nosso planeta.

Embelezam e valorizam as terras ao seu redor: as margens dos lagos das hidrelétricas são importantes locais de moradia, lazer e convivência. Todos querem construir seus lares às margens dos lagos das hidrelétricas. Em Brasília, por exemplo, o m² mais caro da capital, é justamente o entorno dos Lagos Sul e Norte, que nada mais são que os dois braços do lago da PCH Paranoá. Existem inúmeros outros exemplos neste sentido.

Criam espaços de lazer, convivência e esporte para as comunidades: os órgãos ambientais e a ABRAPCH (Associação Brasileira das Pequenas Hidrelétricas), tem recebido pedidos cada vez mais frequentes dos municípios sede de hidrelétricas, interessados em utilizar as margens e os lagos das hidrelétricas para instalação de clubes, prática de esportes aquáticos, criação de parques municipais, etc. A grande maioria dos municípios sede de hidrelétricas está muito satisfeita com as usinas em si. Suas principais reivindicações são: (i) poder utilizar os lagos e seu entorno (a legislação ambiental atual não permite) para lazer, convivência e práticas esportivas e (ii) a destinação de uma porcentagem maior das taxas UBP e CFURH para os municípios na repartição com os Estados e o Governo Federal.

Dão maior segurança energética aos municípios próximos: ter uma PCH próxima, abre para o os municípios próximos, a possibilidade de utilizar a energia gerada, para abastecimento energético emergencial em outras fontes ou em caso de falha nas linhas de transmissão que trazem energia de longe. É uma segurança adicional para hospitais, redes de telecomunicações, postos policiais, e outras atividades essenciais.

A região

O município foi criado em 26 de novembro de 1954 pela Lei Estadual nº. 253 e sua Instalação deu-se em 14 de dezembro de 1955[1].
O município possui um distrito denominado Santo Antonio do Iratim criado em 16 de janeiro de 1958 através da Lei Estadual nº. 3522. Possui sete assentamentos da reforma agrária instalados pelo INCRA, com 513 famílias residentes.

De acordo com suas características topográficas, o município de Bituruna localiza-se no sul do Estado do Paraná, a margem esquerda do Rio Iguaçu ao norte a ao sul com o rio Iratim, no domínio do terceiro planalto paranaense ou Planalto de Guarapuava, com uma superfície de aproximadamente 1.124 KM², a uma altitude de aproximadamente 900 metros acima do nível do mar.

Seu relevo varia de plano a fortemente ondulado, com desníveis de até 100m, o clima caracteriza-se por verões quentes e invernos com geadas freqüentes. As chuvas concentram-se nos meses de verão. Os solos predominantes no município são: latossolos, associação de solos litólicos, afloramentos de rocha alterada e colúvios e solos aluviais [3].

O município de Bituruna – PR está distante aproximadamente 350 quilômetros da cidade de Curitiba capital do Estado, conforme figura.

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PCHs e CGHs construídas em meio à natureza

Hidrelétricas geram energia por séculos

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